Angélica Costa Arechavala (1978)
Nasceu e reside no Rio de Janeiro – RJ.
Artista e educadora, é formada em Licenciatura em Educação Artística, com especialização em Artes Integrativas e no Desenvolvimento da Criança. Sua produção artística se inicia em 2009, mas ganha densidade e direcionamento a partir da maternidade, em 2011, com o nascimento de sua filha. Esse acontecimento marca o início de uma investigação profunda sobre corpo, identidade e transformação, tendo o autorretrato e o retrato como eixos centrais de pesquisa.
Seu trabalho desenvolve-se a partir de uma prática relacional, em que o encontro com o outro se torna campo de escuta, espelhamento e atravessamento. O desenho e a escultura, sobretudo em cerâmica, constituem a base material de sua produção, expandindo-se posteriormente para linguagens como a fotoperformance, videoperformance e a apropriação de selfies como gesto artístico. Ao incorporar objetos escultóricos ao próprio corpo, a artista tensiona limites entre mundos.
Sua obra adentra campos simbólicos e oníricos, sugerindo travessias, o visível e o invisível, o íntimo e o coletivo, o humano e o arquetípico. O corpo feminino emerge como território de memória, rito e construção de identidade, afirmando-se como espaço de potência e reinvenção.
Paralelamente à produção artística, desenvolve um trabalho consistente no campo da educação não formal. Atua em ateliês ministrando aulas e workshops de escultura em argila para adultos e oficinas de artes em múltiplas linguagens para crianças e adolescentes, em diversos espaços culturais e educacionais. Sua prática pedagógica dialoga diretamente com sua pesquisa artística, valorizando processos sensíveis, autonomia criativa e experiências coletivas.
Recentemente inaugurou seu ateliê no Rio de Janeiro, onde produz e conduz atividades formativas. Participou de residências e exposições coletivas nos últimos anos, entre as quais se destacam: Arte Corpo Liberdade, Recipiente Porongo (RJ); intercâmbio artístico com oficinas e vivências (Brasil/Paraguai); A Mão no Olho na Mão do Mundo, Galeria 506 (POA); Memórias da Loucura 7, Instituto Nise da Silveira (RJ); Falo(de)Erotismo, Galeria Vórtice (SP); EntreLinhas, Oswald Andrade (SP); Da Terra, Galeria Modernista (RJ); Projeto Vitrine (SP); e Residência Artística Edifício Vera 2 (SP).
Integra o grupo de mulheres GOMA GRUPA e é cofundadora do Laboratório Escultórico. Foi contemplada pela Lei Aldir Blanc em 2024 e ministra oficinas no Ateliê Norma Grinberg e no Sesc Jundiaí.
Bio
Angélica Costa Arechavala (1978) é artista e educadora, nascida e residente no Rio de Janeiro (RJ). Formada em Licenciatura em Educação Artística, com especialização em Artes Integrativas e Desenvolvimento da Criança, iniciou sua produção artística em 2009, aprofundando sua pesquisa a partir da maternidade, em 2011. Sua investigação se concentra nas relações entre corpo, identidade e o outro, tendo o autorretrato e o retrato como eixos centrais.
Trabalha a partir de uma prática relacional, na qual o encontro com o outro se torna campo de escuta e atravessamento. Desenvolve sua produção principalmente em desenho e escultura em cerâmica, expandindo para linguagens como a fotoperformance, a videoperformance e o uso de selfies como gesto artístico. Sua obra transita entre mundos (visíveis e invisíveis), abordando o corpo feminino como território de memória, rito e construção de identidade.
Paralelamente, atua na educação não formal, ministrando aulas e oficinas de artes para adultos, crianças e adolescentes. Participou de exposições e residências artísticas; integra o grupo GOMA GRUPA, é cofundadora do Laboratório Escultórico e foi contemplada pela Lei Aldir Blanc em 2024. Atualmente, desenvolve seu trabalho em seu ateliê no Rio de Janeiro
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CV
ANGÉLICA COSTA ARECHAVALA (1978)
Rio de Janeiro – RJ, Brasil
Artista visual e educadora
Formação
Licenciatura em Educação Artística
Especialização em Artes Integrativas e no Desenvolvimento da Criança
Atuação Artística
Inicia sua produção em 2009, aprofundando sua pesquisa a partir de 2011, com a maternidade. Desenvolve uma investigação centrada no corpo, identidade e transformação, tendo o autorretrato e o retrato como eixos principais.
Trabalha a partir de uma prática relacional, na qual o encontro com o outro opera como campo de escuta e atravessamento. Sua produção se desenvolve principalmente no desenho e na escultura em cerâmica, expandindo-se para a fotoperformance, videoperformance e o uso de selfies como linguagem artística.
Exposições e Projetos (seleção)
Arte Corpo Liberdade — Recipiente Porongo (RJ)
Intercâmbio artístico com oficinas e vivências — Brasil/Paraguai
A Mão no Olho na Mão do Mundo — Galeria 506 (Porto Alegre, RS)
Memórias da Loucura 7 — Instituto Nise da Silveira (RJ)
Falo(de)Erotismo — Galeria Vórtice (SP)
EntreLinhas — Oswald Andrade (SP)
Da Terra — Galeria Modernista (RJ)
Projeto Vitrine (SP)
Residências Artísticas
Residência artística e oficina — Instituto Nise da Silveira (RJ)
Residência Artística Edifício Vera 2 — São Paulo (SP)
Publicações
Revista GOMA — 2026
Prêmios e Reconhecimentos
Contemplada pela Lei Aldir Blanc — 2024
Atuação em Educação
Desenvolve trabalho no campo da educação não formal, ministrando:
Aulas e workshops de escultura em argila para adultos
Oficinas de artes em múltiplas linguagens para crianças e adolescentes
Atua em ateliês e instituições culturais, com prática pedagógica voltada a processos sensíveis, autonomia criativa e experiências coletivas.
Atuação Atual
Ateliê próprio no Rio de Janeiro (produção e formação)
Oficinas no Ateliê Norma Grinberg
Oficinas no Sesc Jundiaí
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Statement / declaração do artista
Meu trabalho nasce do corpo mulher, mãe atípica, como território de experiência e memória afetiva. O corpo atravessa minha pesquisa como campo de reinvenção do que é possível, afirmando a mulher artista e o lugar de memória e rito.
Transito entre o desenho, a pintura e a escultura, sobretudo em cerâmica, expandindo essas linguagens para a fotoperformance e a videoperformance. O autorretrato e o retrato operam como dispositivos de escuta e espelhamento. Minha prática é relacional, abrindo espaço para o encontro com o outro e criando, a partir dessa relação, um terceiro elemento afetado e alquímico.
Ao incorporar objetos escultóricos ao meu próprio corpo, tensiono as fronteiras entre o visível e o invisível, criando imagens que habitam um campo simbólico e onírico.